Práxis, autonomia e emancipação: a pedagogia libertadora como caminho para educação pública
DOI:
https://doi.org/10.36560/19120262141Palavras-chave:
Pedagogia libertadora, Gestão democrática, Educação emancipadoraResumo
Nos últimos anos, a prática pedagógica nas escolas estaduais de Mato Grosso tem sido significativamente impactada por diretrizes da Secretaria Estadual de Educação, marcadas por uma lógica gerencialista centrada em metas e resultados quantitativos. Essa abordagem tem negligenciado aspectos essenciais da formação integral dos estudantes, como as dimensões ética, social, afetiva e cognitiva. Nesse cenário, intensifica-se a tensão entre as imposições externas dos órgãos gestores e a autonomia docente, limitando a atuação crítica e reflexiva dos professores e comprometendo o potencial emancipador da educação. Este artigo propõe uma reflexão crítica sobre essas interferências, com base nos fundamentos teóricos de Paulo Freire e José Carlos Libâneo, que defendem uma educação cidadã de caráter dialógica, democrática e voltada à formação plena do sujeito, na perspectiva da emancipação social. Educação para a justiça social como ato de empoderamento do poder do estudante pelo conhecimento que ajuda na formação da consciência crítica.
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